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sexta-feira, 12 de agosto de 2016
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Paris
Oh, Paris! Ventre da filosofia!
Monumento de plácida grandeza,
Cada canto desenha uma beleza
Com os pincéis da poética magia.
Os bristols, os cafés, a
nostalgia,
São cenários de estética
leveza;
Os jardins te revelam sutileza
Numa tela pintada de poesia.
Os museus, Notre dame, cada
cena,
Ornamentam a beleza do rio
Sena,
Onde as luzes estão sempre em
lampejo.
Tu és Paris, cenário de todas
as artes,
A beleza se expressa em várias
partes,
Ofertando o sensível como um
beijo.
Gilmar
Leite
domingo, 22 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Saudades
do Pajeú
Pajeú, a saudade que escorre no peito
Me afoga nas águas da melancolia,
Quando me lembro da enchente de poesia,
Deslizando no dorso do encantado leito.
Me afoga nas águas da melancolia,
Quando me lembro da enchente de poesia,
Deslizando no dorso do encantado leito.
Sobre minha memória, inda sinto o efeito,
Das poéticas noites de muita boemia,
Embalada ao som de alguma cantoria,
Onde o vate cantava seu verso perfeito.
Das poéticas noites de muita boemia,
Embalada ao som de alguma cantoria,
Onde o vate cantava seu verso perfeito.
Guardo dentro do coração doce lembrança,
Dos mergulhos da minha época de criança,
Sobre as águas que passavam em turbilhão.
Dos mergulhos da minha época de criança,
Sobre as águas que passavam em turbilhão.
Hoje vivo afogado num triste desgosto,
Vendo o rio da saudade transbordar o rosto
Inundando o meu peto de recordação.
Vendo o rio da saudade transbordar o rosto
Inundando o meu peto de recordação.
Gilmar Leite.
terça-feira, 17 de maio de 2016
Masturbação
Eu
masturbo meu sexo com leveza
Deslizando
as carícias sobre a flor;
Na
procura da verve sem pudor
Pra
sentir o prazer com grandeza.
Eriçado,
meu sexo, com destreza,
Anuncia
um soneto sem ter dor,
Todo
corpo explode num tremor
Quando
os dedos deslizam sutileza.
Passo
as mãos nos lugares mais vibrantes;
Do
latente, mil versos fulgurantes,
Estremecem
meu corpo de emoção.
De
repente do sexo do meu peito
Um
delírio sem medo e preconceito
Faz
o verso escorrer do coração.
Gilmar Leite
Orgasmo
No
meu corpo, delírios envolventes,
Deixam
o sexo pulsando mil desejos;
Abro
a boca, percebo loucos beijos,
Mergulhar
nos meus lábios reluzentes.
A
minha carne em vibrações silentes
Faz
o peito brilhar grandes lampejos;
A
palavra carnal desperta ensejos
Na
volúpia dos versos mais ardentes.
Eu
mergulho no sexo da poesia,
E
cavalgo sentindo uma estesia,
Deixar
todo meu corpo mais maneiro.
E
desmaio no peito do meu verso
Transbordando
o delírio submerso
Num
orgasmo poético, por inteiro.
Gilmar Leite
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