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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016



           Hospício da Poesia

Não é fácil viver a todo instante
Tendo o peito sangrando de poesia;
O sentir como sangue borbulhante,
Onde a artéria do verso me extasia.

Sinto a dor do sensível na sangria
Derramando a palavra mais pulsante,
E me perco, na louca fantasia...
Sem saber da existência, sou errante.

Pouco sei o que ocorre no meu peito,
Perco o jeito, não fico satisfeito,
Fico a esmo, no verso embriagado.

As loucuras banais são os meus versos,
Num hospício dos poemas submersos,
Onde vivo como um louco internado.

                                               Gilmar Leite

2 comentários:

  1. Que lindo!!! Parabéns!!! Você é muito talentoso meu amigo!!!

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    Respostas
    1. Obrigado querida amiga, pelas palavras gentis. Bjs

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Obrigado pelo comentário